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quinta-feira, 4 de junho de 2009

A química do medo


1. Cérebro: as estruturas responsáveis por iniciar a reação a estímulos amedrontadores são as amígdalas cerebrais, localizadas na região das têmporas. Elas enviam um sinal ao hipotálamo, região de controle do metabolismo, para que seja intensificada a produção de adrenalina, noradrenalina e acetilcolina. Em uma fração de segundo, a descarga dessas substâncias causa alterações no funcionamento de diversas partes do corpo;

 

2. Olhos: a química do medo faz com que as pupilas se dilatem. Isso diminui a capacidade de a pessoa reparar nos detalhes que a cercam, mas aumenta o poder de visão geral. Em tempos ancestrais, esse recurso permitia que o homem identificasse no escuro das cavernas um predador e as possíveis rotas de fuga ;

3. Coração e pulmões: o aumento do nível de adrenalina eleva os batimentos cardíacos. A maior irrigação sanguínea faz com que cérebro e músculos trabalhem mais intensamente, deixando a pessoa alerta e ágil. O fato de o coração bater acelerado exige maior oxigenação ­ daí por que a respiração se torna mais curta, ofegante;


4. Estômago: muitas pessoas, em situações de medo, sentem dor na região estomacal devido ao aumento na produção de acetilcolina. A liberação em maior quantidade de sucos gástricos acelera a digestão e a transformação dos alimentos em energia .



Fonte: Frederico Graeff, Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto

2 comentários:

  1. Oi Regina, essa tal adrenalina é de mais mesmo... o friozinho na barriga ou na "espinha" nos faz bem... ou mal... ou nos dá coragem, "T", medo, é uma delícia. rsrs
    Paz e sucesso
    Yara Martins

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  2. Para quem tem ou teve síndrome do pânico sabe o quanto estes efeitos ´fisicos são cruéis!
    E a adrenalina deixa muita dor no corpo também.

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